Das 21 23:00: É o horário em que o corpo realiza actividades de eliminação, químicos desnecessários e tóxicos (desintoxicação) mediante o sistema linfático do nosso corpo. Neste horário do dia devemos estar num estado de relaxamento, escutando música, por exemplo.
Geralmente a esta horaas mamãs realizam actividades tais como limpar a cozinha, monitorar que tudo esteja pronto para a actividade do d ia seguinte, etc., actividades que causam falta de relaxamento o que gera um efeito negativo para a saúde.
Das 23 – 01:00am: o corpo realiza o processo de desintoxicação do fígado, e idealmente deve ser processado num estado de sono profundo.
Durante as primeiras horas da manhã 01:00 03:00: processo de desintoxicação da vesícula biliar, idealmente deve suceder também num estado de sono profundo.
De madrugada 03:00 05:00: desintoxicação dos pulmões. É por isso que por vezes neste horário se produzem fortes acessos de tosse. Quando o processo de desintoxicação atinge o tracto respiratório é melhor não tomar medicamentos para a tosse já que interferem no processo de eliminação de toxinas.
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Para o filósofo alemão Martin Heidegger, a solidão é o estado inato do Homem, pois cada ser está por si só no mundo. O indivíduo nasce sozinho, morre na mesma condição e vive suas experiências pessoais também desta forma, por mais que esteja sempre cercado de outras pessoas. Pois ninguém pode vivenciar seu aprendizado. Cabe a cada um enfrentar sua própria travessia.
Cada ser enfrenta sua solidão de forma diferente, o que explica porque os distúrbios psíquicos afetam alguns, e não outros. Algumas pessoas aceitam sua condição e nela percebem a possibilidade de serem independentes, são assim verdadeiras; outras se sentem desamparadas, culpam a Deus e a todos por se sentirem sós, ficam paralisadas e buscam no outro a proteção que deveriam buscar em si mesmas, sacrificando sua personalidade.
A solidão pode provocar sentimentos negativos, como a angústia, esta emoção perturbadora que nasce da consciência da morte, não só da finitude orgânica, mas do fim de cada potencialidade da vida, de cada anseio, de cada propósito. Toda ruptura, toda separação, leva à sensação de perda e, consequentemente, à solidão.
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Há elementos na natureza que são fontes inesgotáveis de saúde e os Florais fazem parte desses elementos valiosos que proporcionam a nossa saúde e o nosso equilíbrio emocional.
Os Florais de Bach são essências florais que atuam no campo vibracional, nas emoções humanas. Foram descobertas pelo médico inglês Dr. Edward Bach , que nasceu em Moseley – arredores de Birmingham, na Inglaterra, no dia 24 de Setembro de 1886.
Desde muito jovem, Bach sonhava em descobrir um meio de curar verdadeiramente as pessoas e fez desse sonho o propósito de sua vida.
Com idéias avançadas para o seu tempo, evoluiu da medicina ortodoxa para o desenvolvimento de uma forma de medicina natural, para tratar a saúde emocional e espiritual, muito em sintonia com as tendências da saúde natural hoje praticada.
Norteado pela crença e experiência de que a personalidade e as atitudes das pessoas afetavam o seu estado de saúde – concluiu que, no tratamento medico, o mais importante era conhecer a personalidade, para compreender os sintomas. Passou a classificar as pessoas segundo tipos previamente definidos de comportamento. Acreditava que cada grupo-tipo identificado possuía sofrimentos comuns, que geravam as doenças, e que poderiam ser tratados por remédios naturais que curassem seus sofrimentos. “Como finalmente descobriu, ao tratar o temperamento ou o humor do paciente e não a doença, a espécie de doença, seu tipo, seu nome e duração não tinham qualquer conseqüência”
O seu interesse era pelo doente e não pela doença. Foi buscar na natureza substâncias que reequilibrassem a dualidade “Corpo / Mente” e graças a sua apurada sensibilidade, descobriu que a essência de certas flores silvestres tem o poder de curar doenças emocionais e fortalecer os pontos fracos de nossa personalidade.
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O Dr. Edward Bach, em seus estudos sobre o comportamento humano, identificou algumas emoções que, em graus elevados, podem perturbar nossa vida, prejudicando nosso bem-estar e nossa resposta positiva às situações do dia-a-dia.
Uma dessas emoções é o MEDO.
O Dicionário Houaiss define medo como: “Estado afetivo suscitado pela consciência do perigo ou que, ao contrário, suscita essa consciência.” E mais: “Temor, ansiedade irracional ou fundamentada; receio. Desejo de evitar, ou apreensão, preocupação em relação a (algo desagradável).”
Sabemos que o medo é uma emoção que nos permitiu sobreviver, desde o inicio da vida humana. Frente à percepção de perigo, o medo nos estimula à ação de luta ou de fuga, ou nos deixa imobilizados. O medo tem por objetivo promover a sobrevivência.
A maioria de nós não precisa mais lutar (ou correr) por nossas vidas na selva, mas o medo está longe de ser desaparecer, pois continua servindo ao mesmo propósito. O que mudou foram só os estímulos, já que corremos o mesmo risco que corríamos há centenas de anos e nosso medo ainda serve para nos proteger da mesma forma que nos protegia antes.
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