O nome latino desta planta é derivado de “equi” = cavalo e “setum” = cauda. Remanescente de plantas pré-históricas, único sobrevivente de um gênero fóssil que existiu antes do aparecimento do homem há milhões de anos, a cavalinha pertence ao grande grupo das Criptogramas vasculares. Sua fama medicinal atravessou os tempos e, atualmente, são atribuídas à cavalinha propriedades capazes de tratar problemas:
- Respiratórios.
- Edemas (retenção de líquidos).
- Litíase renal (cálculo nos rins).
- Afecção dos brônquios e pulmões.
- Eliminação de substâncias tóxicas no organismo.
- Inflamação e infecção por bactérias no trato urinário.
- Limpar impurezas do sangue e desintoxicar o organismo.
- Inchaço e inflamação da próstata.
- Amenizar dores de cabeça.
- Eliminação de substâncias tóxicas.
- Gota.
- Excesso de ácido úrico.
- Combater hemorragias.
- Fortalecer as paredes das veias.
- Evita a formação de depósitos de gordura.
A cavalinha é muito apreciada por seu elevado conteúdo em silício, oligoelemento mineral que participa nos processos de regeneração dos tecidos. O silício age sobre as fibras elásticas das artérias, diminuindo o risco de ateromatose, principalmente em pessoas com colesterol elevado, regularizando o tônus, elasticidade e resistência dos vasos sangüíneos. As últimas pesquisas sobre o papel do silício no organismo descobriram que este oligoelemento se encontra em pequeníssimas quantidades:
- Na pele.
- Nas unhas.
- No esmalte dos dentes.
- Nas cartilagens.
- Nos ligamentos e nos ossos.
O silício tem um efeito preventivo, e possivelmente regenerativo, sobre a degeneração das artérias, ao estimular a regeneração das fibras elásticas que, com a idade, vão perdendo consistência e elasticidade. Embora o silício também seja encontrado nos cereais integrais e na levedura de cerveja, a cavalinha é o vegetal com maior proporção de silício orgânico, isto é, combinado com proteínas. O silício mineral isolado, ou seja, quimicamente puro, não pode ser absorvido e assimilado pelo organismo. Portanto o silício orgânico é um elemento indispensável para a reconstrução e regeneração dos nossos tecidos, já que, sem silício não há síntese de fibras de colágeno ou elastina (efeito catalisador). O silício facilita a assimilação e a fixação de cálcio nos ossos sendo possivelmente uma das poucas alternativas que atualmente temos á disposição para esta difícil doença que é a osteoporose (perda da consistência óssea), o que faz da cavalinha um poderoso aliado das mulheres que estão ultrapassando a faixa dos 40 anos, pois ajuda a repor os minerais perdidos, afastando o perigo da osteoporose. Dados farmacológicos identificam na cavalinha glicosídeos flavônicos, saponinas, ácido gálico, potássio e sílica como os principais responsáveis pela ação diurética além de bons teores de;
- Cálcio,
- Ferro.
- Magnésio.
- Tanino.
- Sódio.
O que faz da cavalinha uma ótima planta remineralizante. Estimula o metabolismo cutâneo, acelera a cicatrização e aumenta a elasticidade de peles secas e senis, atuando como hidratante profundo. Por suas propriedades adstringentes e detergentes (saponinas) pode atuar como coadjuvante no tratamento externo da acne. Nos tratamentos de beleza, a cavalinha é muito conhecida: ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas e dá brilho aos cabelos.
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