21 dez, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Minerais
O pólen é um dos melhores alimentos naturais conhecidos pela ciência até os dias de hoje. Seu uso constante auxilia nosso organismo manter-se saudável e ativo até idade avançada. Encontramos nele todos os elementos essenciais a vida. Hidratos de carbono, lipídios, vitaminas B, C, D, E, enzimas diversas e vestígios de vários minerais que são necessários ao organismo humano, tais como: potássio, ferro, iodo, cobre, zinco, manganês, cobalto, molibdênio, selênio, cromo, níquel, estanho, estrôncio, boro, flúor e vanádio. Sua ação foi comprovada em vários casos de esgotamento nervoso e insônia, estímulo e proteção das funções gástricas, digestivas e hepáticas, na melhora do apetite, promoção do desenvolvimento físico e mental de crianças e adolescente. Recomenda-se seu uso onde quer que seja necessário um NUTRIENTE CELULAR do mais alto valor biológico. O hábito de usá-lo constantemente, mesmo em quantidades pequenas, é extremamente salutar e aconselhável.
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21 dez, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Minerais
O colágeno é produzido normalmente no nosso organismo desde que nascemos. Contudo, quando entramos na fase da maturidade, sua deficiência começa a ser notada, com a diminuição da elasticidade da pele, o aparecimento de rugas e o aumento da fragilidade articular e óssea.
O que é Colágeno O colágeno é a cola que une nosso tecido corporal. É a proteína estrutural mais abundante no corpo. Um equilíbrio ideal de colágeno corporal é altamente desejável, mas não é tão fácil alcançar e manter estes níveis. Um organismo saudável necessita de colágeno para a manutenção do tônus muscular e de uma pele firme. O Colágeno contém glicosamina e condroitina naturalmente.
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30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
Descrita pela primeira vez em 1830, ela pode ser encontrada em toda a Amazônia Peruana e, principalmente, nas bacias dos rios da selva central do Peru.
Os Incas, pioneiros em seu uso, já tinham por hábito beneficiarem- se de seus princípios ativos e passaram os seus conhecimentos da planta para os índios que a usavam no tratamento de doenças como artrite, gastrite, reumatismo e inflamações em geral.
Também conhecida como Cat’s Claw. A Unha de Gato apresenta marcante atividade antiinflamatória e antiviral podendo ser empregado no herpes genital, herpes zoster e outras enfermidades virais em virtude dos compostos que a constitui. A erva fortalece o sistema imunológico sendo indicada como auxiliar nos tratamentos de desequilíbrios orgânicos que provocam a redução ou alteração da capacidade de defesa do organismo. Suas aplicações terapêuticas revelaram grandes possibilidades nos tratamentos de:
30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
O Uchi é uma árvore alta da família das humiriáceas, nativa da Amazônia, de tronco reto e liso, casca cinzenta, madeira de boa qualidade, folhas denteadas e drupas comestíveis, com sementes oleaginosas. Também chamada de uxipuçu, encontrada em estado silvestre da mata primária de terra firme dispersa por todo Pará e Amazonas, árvore que alguns brasileiros consideram quase milagrosa no tratamento de miomas.
Estima-se que 50% das mulheres em idade reprodutiva desenvolvam mioma uterino, um tumor benigno cujo único tratamento existente até bem pouco tempo era a cirurgia, que extirpa os nódulos ou o útero inteiro.
A casca do Uchi-amarelo é utilizada no tratamento de miomas, ovário policístico, infecções urinárias. Em casos específicos de tratamento para mioma e cisto ele tem se mostrado extremamente eficaz.
É necessário tomar uxi-amarelo de manhã e unha-de-gato à tarde diariamente. A unha-de-gato é considerada um poderoso antiinflamatório natural, usado contra gripes e viroses. A erva fortalece o sistema imunológico e também é recurso no tratamento de tumores. O extrato de Uchi-Amarelo e Unha-de-gato formam um poderoso composto antiinflamatório natural muito utilizado no:
30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
Planta pertencente à Família Zigophyllaceae, muito rústica, capaz de se desenvolver mesmo em climas desérticos e em solos pobres. Tem sido usado durante séculos na Europa para tratamento da impotência e como um estimulante para ajudar a aumentar a energia física e o desempenho sexual.
Tribulus terrestris é especialmente útil na menopausa e andropausa, período em que ocorre uma queda acentuada na produção dos hormônios sexuais.
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30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
Tayuya (Trianosperma fieifolia) é utilizada na medicina popular dos países da América do Sul. As suas propriedades foram validadas cientificamente num estudo realizado em 1991, que dão suporte a muitos usos nativos e populares. Da Tayuya foram isolados curcubitacinas, glicosídicos e compostos com propriedades antioxidantes, antiinflamatória e analgésica. De acordo com um estudo realizado em 1990, os flavonóides encontrados na Tayuya demonstraram uma potente ação seqüestrante de radicais livres, promotora do efeito antioxidante. Um dos mais eficientes depurativos e antiinflamatórios. Limpa e desintoxica o sangue e o organismo.
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30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
Outrora base de um tônico popular, com propriedades diuréticas, anti-reumáticas, febrífugas e depurativas, a salsaparrilha é mais usada atualmente para dar gosto a remédios. Uma bebida refrescante é também obtida das raízes de algumas espécies americanas. O nome salsaparrilha se aplica às plantas trepadeiras e espinhosas do gênero Smilax da família das liliáceas, a mesma dos lírios e da cebola.
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30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
A quebra-pedra é uma das plantas mais conhecidas pela medicina popular, sendo empregada praticamente em todo o Brasil para as mesmas finalidades. E o que é mais interessante é que a pesquisa agora tem comprovado a sua eficácia. Estudos comprovaram sua ação diurética e auxiliar na eliminação de cálculos e distúrbios renais. A quebra-pedra relaxa os ureteres, possui uma ação analgésica e diurética, facilitando a eliminação dos cálculos, geralmente sem dor ou sangramento. Além disso, aumenta a filtração glomerular e a excreção do ácido úrico.
Recentemente a quebra-pedra virou notícia devido ao fato de ter saído uma patente americana do uso desta planta para hepatite do tipo B.
A quebra-pedra pode ser utilizado para problemas renais na forma de chá, extrato fluido, tintura ou cápsula. O chá ou extrato são os mais indicados, pois acabam forçando a pessoa a beber mais líquido, auxiliando a eliminação da pedra pela própria pressão da urina.
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30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
A história científica Ipê - Tabebuia avellanedae – Lorentz & Grizebach Goett, começa na Argentina em 1847 com a publicação do livro “La Vegetacion del Noroeste de la Província de Entre Rios”. – Onde era conhecida por “arvore buque” (por causa da cor e de suas flores). A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como característica as flores tubulares arroxeadas. A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção.
No Brasil os índios a chamavam de “Árvore divina”. Por volta de 1880 o médico botânico Von Martius já relata o uso do Ipê contra a sarna, no Piauí e em seu livro “Systema de Matéria Médica Vegetal Brasileira”, sugere o nome de Tecoma imperdiginosa. No entanto os botânicos reunidos no Primeiro Congresso Botânico Internacional, (1910), convencionaram chamá-la de Tabebuia imperdiginosa.
Foi da medicina natural que originou o nome botânico do Ipê Roxo – Tabebuia impetiginosa. Isso porque, antigamente as pessoas costumavam usar o chá para tratar da doença do impetigo, uma inflamação da pele do rosto acompanhada de supuração Martius afirma em seu livro que a casca da árvore é adstringente, mucilaginosa e tem sabor amargo. “Usa-se o cozimento em lavagens, banhos e injeções contra as empingens, inflamações artríticas por debilidade, leucorréia e catarro da uretra”. O Ipê-Roxo é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis. Estudo publicado na Revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Cientistas americanos descobriram que uma substância extraída da casca do ipê-roxo tem características anticancerígenas. A descoberta pode abrir caminhos para novos tratamentos de ordem degenerativas.
30 nov, 2009
Escrito por: Orlando Vettorazzo em: Extratos
Essa planta vem sendo utilizada há séculos na medicina chinesa e coreana e hoje é considera um dos fitotrapicos mais utilizados em todo o mundo. O nome ginseng é derivado de uma palavra chinesa que significa “raiz-homem”, porque a raiz da planta tem um formato semelhante às pernas de um homem. A parte medicinal da planta é a sua raiz de crescimento lento, colhido após quatro a seis anos, período em que é rica em ginsenosídeo – o principal ingrediente ativo da planta. O Panax ginseng também contém polissacarídeos e panaxanos, substâncias que podem reduzir os níveis de açúcar no sangue. Os estudos já realizados sugerem que o ginseng pode ajudar a reduzir os níveis de uma substância chamada cortisol, em pacientes com diabetes, e ajuda a elevar esses níveis naqueles pacientes sem diabetes. Isso é importante, porque uma das ações do cortisol é elevar a taxa de glicose no sangue, o que é prejudicial principalmente aos diabéticos. Acredita-se também que algumas das substâncias encontradas no ginseng atuem na melhora do aprendizado e da memória e tenham efeito sedativo como também na redução da pressão arterial. Outro grupo de compostos teria ações estimulantes sobre o sistema nervoso. Esses compostos possuem uma estrutura semelhante a certos hormônios que o nosso organismo produz, e suas ações podem ser devidas à sua ligação aos receptores para esses hormônios. Essas ações afetam diversos sistemas em nosso corpo, incluindo o estímulo à liberação de certos hormônios reguladores. O ginseng é utilizado para melhorar o estado de estresse e cansaço, devido às suas propriedades chamadas “adaptogênicas”. Com isso, parece estar associado a uma melhora do bem-estar e a um aumento da habilidade em lidar com os fatores estressores (ambientais fisiológicos e emocionais).