Deficiência do solo.
Estudos recentes mostram que houve uma significativa diminuição no conteúdo de minerais de uma mesma plantação. Isto se deve principalmente a utilização de fertilizante que priorizam o crescimento das plantas e não a sua nutrição.
Refino dos alimentos.
O refino dos alimentos determina uma perda considerável de nutrientes minerais.
Alguns exemplos demonstram este quadro:
Arroz branco: há uma perda de 75% de cromo e zinco e 25 a 45% de manganês, cobalto e cobre.
Açúcar: as concentrações de manganês, cobre, zinco e molibdênio sofrem considerável redução.
Diminuição da Produção do Ácido Clorídrico no estomago é decisiva na absorção de nutrientes dos alimentos.
Perdas Excessivas de Minerais. As perdas ocorrem de varias maneiras, como por aumento da eliminação de líquidos orgânicos através da transpiração, diarréia ou mesmo sangramento, e também por perdas metabólicas importantes, como ocorre no estresse em relação ao zinco e ao magnésio.
Substâncias Seqüestradoras que inibem a absorção de minerais.
Os mais comuns são;
Antiácidos: inibem absorção dos minerais por neutralizar o ácido clorídrico.
Diuréticos e Hipotensores: eliminam potássio e magnésio, sendo que sua reposição nem sempre é considerada, gerando deficiências importantes.
Laxantes E Diuréticos; o aumento da motilidade intestinal e o aumento da perda de líquidos incrementam a eliminação de minerais como potássio.
Anticoncepcionais: Diminuem os níveis de ferro e zinco.
Tabaco: os fumantes possuem baixos níveis de zinco. A suplementação deste mineral diminuiu o risco de arteriosclerose. Em estudo recente demonstra-se que os fumantes têm 50% mais chance de desenvolver impotência sexual, este fato pode estar relacionado com a carência do zinco, que esta diretamente envolvida na síntese e liberação de hormônios gonadotróficos.
De 30% a 100% da vitamina C é aniquilada pela nicotina do cigarro quando as duas se encontram na corrente sanguínea.
Álcool: acarreta perdas de magnésio, zinco e potássio. Estas perdas são responsáveis tanto pelo efeito em curto prazo, “ressaca”, quanto pelos efeitos em longo prazo, como ocorre nos alcoólatras crônicos.
Estes fatos determinam um prejuízo na ativação de sistemas metabólicos.
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