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Artigos com a Tag ‘Extratos

30 nov, 2009

Unha de Gato (Ulcaria tomentosa)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

Descrita pela primeira vez em 1830, ela pode ser encontrada em toda a Amazônia Peruana e, principalmente, nas bacias dos rios da selva central do Peru.

Os Incas, pioneiros em seu uso, já tinham por hábito beneficiarem- se de seus princípios ativos e passaram os seus conhecimentos da planta para os índios que a usavam no tratamento de doenças como artrite, gastrite, reumatismo e inflamações em geral.

Também conhecida como Cat’s Claw. A Unha de Gato apresenta marcante atividade antiinflamatória e antiviral podendo ser empregado no herpes genital, herpes zoster e outras enfermidades virais em virtude dos compostos que a constitui. A erva fortalece o sistema imunológico sendo indicada como auxiliar nos tratamentos de desequilíbrios orgânicos que provocam a redução ou alteração da capacidade de defesa do organismo. Suas aplicações terapêuticas revelaram grandes possibilidades nos tratamentos de:

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30 nov, 2009

Uchi amarelo (Endopleura uchi)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

O Uchi é uma árvore alta da família das humiriáceas, nativa da Amazônia, de tronco reto e liso, casca cinzenta, madeira de boa qualidade, folhas denteadas e drupas comestíveis, com sementes oleaginosas. Também chamada de uxipuçu, encontrada em estado silvestre da mata primária de terra firme dispersa por todo Pará e Amazonas, árvore que alguns brasileiros consideram quase milagrosa no tratamento de miomas.
Estima-se que 50% das mulheres em idade reprodutiva desenvolvam mioma uterino, um tumor benigno cujo único tratamento existente até bem pouco tempo era a cirurgia, que extirpa os nódulos ou o útero inteiro.

A casca do Uchi-amarelo é utilizada no tratamento de miomas, ovário policístico, infecções urinárias. Em casos específicos de tratamento para mioma e cisto ele tem se mostrado extremamente eficaz.

É necessário tomar uxi-amarelo de manhã e unha-de-gato à tarde diariamente. A unha-de-gato é considerada um poderoso antiinflamatório natural, usado contra gripes e viroses. A erva fortalece o sistema imunológico e também é recurso no tratamento de tumores. O extrato de Uchi-Amarelo e Unha-de-gato formam um poderoso composto antiinflamatório natural muito utilizado no:

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30 nov, 2009

Tribullus Terrestris (Tribullus terrestris)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

Planta pertencente à Família Zigophyllaceae, muito rústica, capaz de se desenvolver mesmo em climas desérticos e em solos pobres. Tem sido usado durante séculos na Europa para tratamento da impotência e como um estimulante para ajudar a aumentar a energia física e o desempenho sexual.

Tribulus terrestris é especialmente útil na menopausa e andropausa, período em que ocorre uma queda acentuada na produção dos hormônios sexuais.

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30 nov, 2009

Tayuya (Trianosperma fieifolia)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

Tayuya (Trianosperma fieifolia) é utilizada na medicina popular dos países da América do Sul. As suas propriedades foram validadas cientificamente num estudo realizado em 1991, que dão suporte a muitos usos nativos e populares. Da Tayuya foram isolados curcubitacinas, glicosídicos e compostos com propriedades antioxidantes, antiinflamatória e analgésica. De acordo com um estudo realizado em 1990, os flavonóides encontrados na Tayuya demonstraram uma potente ação seqüestrante de radicais livres, promotora do efeito antioxidante. Um dos mais eficientes depurativos e antiinflamatórios. Limpa e desintoxica o sangue e o organismo.

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30 nov, 2009

Salsaparrilha (Smilax officinalis)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

Outrora base de um tônico popular, com propriedades diuréticas, anti-reumáticas, febrífugas e depurativas, a salsaparrilha é mais usada atualmente para dar gosto a remédios. Uma bebida refrescante é também obtida das raízes de algumas espécies americanas. O nome salsaparrilha se aplica às plantas trepadeiras e espinhosas do gênero Smilax da família das liliáceas, a mesma dos lírios e da cebola.

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30 nov, 2009

Quebra-Pedra (Phyllanthus spp)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

A quebra-pedra é uma das plantas mais conhecidas pela medicina popular, sendo empregada praticamente em todo o Brasil para as mesmas finalidades. E o que é mais interessante é que a pesquisa agora tem comprovado a sua eficácia. Estudos comprovaram sua ação diurética e auxiliar na eliminação de cálculos e distúrbios renais. A quebra-pedra relaxa os ureteres, possui uma ação analgésica e diurética, facilitando a eliminação dos cálculos, geralmente sem dor ou sangramento. Além disso, aumenta a filtração glomerular e a excreção do ácido úrico.

Recentemente a quebra-pedra virou notícia devido ao fato de ter saído uma patente americana do uso desta planta para hepatite do tipo B.
A quebra-pedra pode ser utilizado para problemas renais na forma de chá, extrato fluido, tintura ou cápsula. O chá ou extrato são os mais indicados, pois acabam forçando a pessoa a beber mais líquido, auxiliando a eliminação da pedra pela própria pressão da urina.

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30 nov, 2009

Ipê Roxo (Tabebuia impetiginosa)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

A história científica Ipê - Tabebuia avellanedae – Lorentz & Grizebach Goett, começa na Argentina em 1847 com a publicação do livro “La Vegetacion del Noroeste de la Província de Entre Rios”. – Onde era conhecida por “arvore buque” (por causa da cor e de suas flores). A árvore do Ipê-roxo é alta e tem como característica as flores tubulares arroxeadas.  A extração predatória, realizada durante anos, quase levou a espécie à extinção.

No Brasil os índios a chamavam de “Árvore divina”.  Por volta de 1880 o médico botânico Von Martius já relata o uso do Ipê contra a sarna, no Piauí e em seu livro “Systema de Matéria Médica Vegetal Brasileira”, sugere o nome de Tecoma imperdiginosa. No entanto os botânicos reunidos no Primeiro Congresso Botânico Internacional, (1910), convencionaram chamá-la de Tabebuia imperdiginosa.

Foi da medicina natural que originou o nome botânico do Ipê Roxo – Tabebuia impetiginosa. Isso porque, antigamente as pessoas costumavam usar o chá para tratar da doença do impetigo, uma inflamação da pele do rosto acompanhada de supuração Martius afirma em seu livro que a casca da árvore é adstringente, mucilaginosa e tem sabor amargo. “Usa-se o cozimento em lavagens, banhos e injeções contra as empingens, inflamações artríticas por debilidade, leucorréia e catarro da uretra”. O Ipê-Roxo é tido como um poderoso auxiliar no combate a determinados tipos de tumores cancerígenos. É usado também como analgésico e como auxiliar no tratamento de doenças estomacais e da pele. No passado, foi largamente utilizado no tratamento da sífilis.  Estudo publicado na Revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Cientistas americanos descobriram que uma substância extraída da casca do ipê-roxo tem características anticancerígenas. A descoberta pode abrir caminhos para novos tratamentos de ordem degenerativas.

30 nov, 2009

Ginseng (Panax ginseng)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

Essa planta vem sendo utilizada há séculos na medicina chinesa e coreana e hoje é considera um dos fitotrapicos mais utilizados em todo o mundo. O nome ginseng é derivado de uma palavra chinesa que significa “raiz-homem”, porque a raiz da planta tem um formato semelhante às pernas de um homem.  A parte medicinal da planta é a sua raiz de crescimento lento, colhido após quatro a seis anos, período em que é rica em ginsenosídeo – o principal ingrediente ativo da planta. O Panax ginseng também contém polissacarídeos e panaxanos, substâncias que podem reduzir os níveis de açúcar no sangue. Os estudos já realizados sugerem que o ginseng pode ajudar a reduzir os níveis de uma substância chamada cortisol, em pacientes com diabetes, e ajuda a elevar esses níveis naqueles pacientes sem diabetes. Isso é importante, porque uma das ações do cortisol é elevar a taxa de glicose no sangue, o que é prejudicial principalmente aos diabéticos. Acredita-se também que algumas das substâncias encontradas no ginseng atuem na melhora do aprendizado e da memória e tenham efeito sedativo como também na redução da pressão arterial. Outro grupo de compostos teria ações estimulantes sobre o sistema nervoso.  Esses compostos possuem uma estrutura semelhante a certos hormônios que o nosso organismo produz, e suas ações podem ser devidas à sua ligação aos receptores para esses hormônios. Essas ações afetam diversos sistemas em nosso corpo, incluindo o estímulo à liberação de certos hormônios reguladores.  O ginseng é utilizado para melhorar o estado de estresse e cansaço, devido às suas propriedades chamadas “adaptogênicas”. Com isso, parece estar associado a uma melhora do bem-estar e a um aumento da habilidade em lidar com os fatores estressores (ambientais fisiológicos e emocionais).

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30 nov, 2009

Ginkgo Biloba (Ginkgo biloba)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

Descrita pela primeira vez pelo médico alemão, Engelbert Kaelmpter, por volta de 1690 foi levada para a Europa somente no ano de 1727 sendo considerada como único fóssil vivo.
O GINKGO contém substâncias ativas capazes de melhorar a insuficiência vascular cerebral e periférica, sendo indicadas para o tratamento de distúrbios de memória e concentração, vertigens e labirintite, dor de cabeça, dificuldade de atenção e concentração, perda de memória, dor e sensação de frio nos pés e mãos, zumbidos de origem vascular, insuficiência vascular periférica. É utilizada com sucesso nos tratamentos das labirintites em decorrência da má irrigação sanguínea cerebral. A insuficiência de circulação sangüínea cerebral ocorre com mais freqüência no envelhecimento e deve-se a aterosclerose (enrijecimento) das artérias que levam o sangue ao cérebro. Ginkgo Biloba melhora sensivelmente a má circulação, problemas vasculares e metabólicos.

Pessoas Inseguras e com receio de perder o equilíbrio, muita vezes desenvolvem um quadro de:

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30 nov, 2009

Garra do Diabo (Harpagophytum procumbens)

Escrito por: Orlando Vettorazzo Em: Extratos

Fitoterápico formulado à base de extrato padronizado. Esta planta desenvolve-se em áreas relativamente limitadas da África, especialmente no deserto do Kalahari e nas estepes da Namíbia. Seu nome provém do aspecto do fruto ramoso e lenhoso provido de barbas semelhantes a garras. A garra do diabo é usada pelos nativos africanos na forma de infusão. Somente no século XIX foi reconhecido o seu valor terapêutico.  Esportistas têm por hábito utilizá-la para auxiliar no tratamento das tendinites e dores musculares.

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